O novo treinador do Sporting deu uma entrevista ao site do clube e quer os adeptos a apoiar a equipa “neste período menos bom”. “A hora é de trabalho”, diz o substituto de Paulo Bento, que quer viver 24 horas o espírito leonino".Um dos principais desafios de Carvalhal é conseguir recuperar a equipa, oitava classificada no campeonato. “Existe competência, um trabalho passado que foi bem feito. A conjuntura levou a que a equipa baixasse os seus níveis de autoconfiança e de auto-estima”, justifica.
“A vontade dos jogadores é muito grande”, confirma. E diz que chegou para mostrar um traço distinto do anterior. “É um traço diferente. Muda um treinador mudam também algumas coisas. Não vai mudar de repente, mas com o tempo muda alguma coisa”, exemplifica.
“Há criticas positivas e negativas. Não estou preocupado nem exaltado com as criticas que me são dirigidas. Estou aqui para servir o Sporting”, contou.
“Nunca me viram quando venci competições a ficar eufórico, nem com depressão quando as coisas correram menos bem. As críticas não me afectam nem negativa nem positivamente”, conclui.
“Acima de tudo estou concentrado 100 por cento e viver 24h por dias para o Sporting. Vou passar toda a ambição que tenho para os meus jogadores”.
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Há uns anos atrás, num célebre discurso, Samora Machel dirigia-se ao seu povo num tom eufórico e entusiasmante. A certa altura do discurso, sai esta afirmação notável: ..."prometo que mudaremos o país, nem que para isso tenhamos que trabalhar 48 horas por dia". Um dos seus assessores, muito atrapalhado, apressa-se a corrigí-lo: "Senhor presidente, mas o dia só tem 24h!!" Resposta do Presidente ainda mais eufórica: "Não faz mal, trabalharemos 24 h de dia e mais 24h de noite!!!"
Caravalhal adopta um discurso semelhante...mas Samora Machel só houve um!
Saudações...
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