Alugam casas por semanas, simulam divórcios, pedem à avó que fique como encarregada de educação. São várias as manobras a que os pais recorrem para matricular os filhos numa escola que não a da respectiva área de residência. Este ano, em Inglaterra, uma mãe foi processada por dar uma morada falsa. Em Portugal, a prática vigora impune há anos. A tese de que os pais devem poder escolher livremente as escolas está a ganhar terreno.(...) Em Portugal, há anos que as histórias de pais que forjam moradas para conseguir que os filhos entrem na escola da sua preferência circulam nos corredores dos estabelecimentos de ensino de todo o país. Muitas vezes com a cumplicidade da própria escola.
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Liberalizem as escolhas e dêem oportunidade aos pais e encarregados de educação, de seleccionarem a escola que mais lhes convier. Dessa forma, terminam os estratagemas e mentiras, que todos sabemos que existem, mas a que ninguém parece dar importância.
Desta forma, somos "obrigados" a mentir ou ocultar determinadas informações, com o intuito de tornear uma legislação que, no caso concreto, me parece obsoleta e desajustada da realidade. É daquelas situações em que niguém deve "atirar pedras" ao telhado do vizinho. Gato escondido com rabo de fora!
Concordo com a liberalização das escolhas de estabelecimentos de ensino pelos pais ou encarregados de educação.
ResponderEliminarAcabaria com toda a falsidade a que assistimos ano após ano aquando das inscrições dos alunos.
É uma questão de bom-senso por parte do Governo.
Paulo Figueira
Concordo plenamente com o teu comentário. É uma verdade indesmentível as falcatruas que se fazem para colocar o(s) filho(s) nas escolas preferidas. Depois, não acredito mesmo, que as escolas não tenham conhecimento desta matéria. Apenas não lhes interessa actuar, enquanto as coisas não tomarem proporções maiores. E se calhar é compreensível esta sua atitude.
ResponderEliminarpedro pinto